Desemprego recua para 12,4% em setembro, a menor taxa do ano

Em setembro, a população desocupada foi registrada entre 13 milhões de pessoas.

O desemprego ficou em 12,4% no trimestre encerrado em setembro - a menor taxa do ano, segundo dados da Pnad Contínua, divulgados nesta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação ao trimestre anterior, de abril a junho, quando o índice ficou em 13%, a queda foi de 0,6 ponto percentual. Já na comparação com o mesmo trimestre de 2016, quando a taxa chegou a 11,8%, houve alta, também de 0,6 ponto percentual.

 

Taxa de desocupação no trimestre
Índice (em %) é o menor do ano
 
 

“O mercado de trabalho não está estático. Ele está se movimentando. Ainda não podemos dizer se essa movimentação é favorável ou não favorável. A gente tem um ponto favorável que é o aumento da ocupação, o aumento da massa de rendimento, mas no lado negativo temos a informalidade crescendo acima da população ocupada e você não vê movimentação alguma na carteira de trabalho”, disse Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Em setembro, a população desocupada foi registrada entre 13 milhões de pessoas. O número representa uma queda de 3,9% em relação ao trimestre anterior. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, o número de desocupados subiu 7,8%.

A maior queda partiu dos trabalhadores das áreas de agricultura e (menos 400 mil pessoas) e construção (menos 268 mil pessoas).

Com a queda do desemprego, a população ocupada aumentou e chegou a 91,3 milhões, uma alta de 1,2% em relação ao trimestre anterior e de 1,6% sobre 2016. Mesmo assim, o número de empregados com carteira de trabalho assinada ficou estável em 33,3 milhões na comparação com o trimestre de abril a junho. Já na comparação com o mesmo período do ano passado, o número caiu 2,4%, ou seja, cerca de 800 mil pessoas perderam o registro na carteira.

“O que tem elevado a taxa de ocupação é o emprego sem carteira e é o trabalhador por conta própria, que indicam a informalidade. Ou seja, é positiva a queda da desocupação, mas ela se dá pela criação de postos de trabalho com menor qualidade”, afirmou Azeredo.

Segundo os grupamentos de atividade, aumentou o número de ocupados nos ramos de alojamento e alimentação (mais 175 mil pessoas), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (mais 241 mil pessoas) e administração pública (mais 249 mil pessoas).

 

Conta própria

 

Apesar dessa leve queda do desemprego, o número de trabalhadores por conta própria segue aumentando. No trimestre de julho a setembro, esse grupo chegou a 22,9 milhões: um crescimento de 1,8% sobre o trimestre anterior e de quase 5% em relação a 2016.

A quantidade de empregadores, 4,2 milhões, ficou praticamente igual em relação aos trimestres anteriores. A categoria dos trabalhadores domésticos também não teve alteração e foi estimada em 6,2 milhões de pessoas.

 

Rendimento

 

O rendimento médio de quem está empregado ficou estabilizado em R$ 2.115 tanto em relação ao trimestre anterior quanto ao mesmo período do ano passado. Em relação ao trimestre de julho a setembro de 2016, a renda entre os trabalhadores de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura cresceu aproximadamente 8%.

 Fonte : G1


Promoções e Ofertas

Aproveite e confira! 


Sua Escola sempre na 1ª páginas nas buscas!

Sua escola ainda não tem site?


Pesquisar por Imóveis em Ofertas

O seu próximo imóvel está aqui!

Oportunidades

Consumo Inteligente

Escolas e Cursos

Comércio e Serviços

Agência NAWeb Brasil

Anuncie sua Empresa

Serviços Online

Serviços Online

Criação de Loja Virtual

Anuncie na Zona Norte

Estatística de Pesquisa

Hoje115
Ontem175
Esta Semana548
Este Mês2174
Total185050

IP do Visitante: 54.80.83.123 Navegador: Unknown - Unknown Quinta, 20 Setembro 2018 17:56

Marketing Digital

Ofertas do Dia

Reforma & Construção

Renda Extra

Scroll to top